em_busca_do_xeque-mate - parte 2

Quem prestou atenção no plano de pesquisa - que anexei na postagem anterior -, certamente notou que eu adotei como solução de alguns problemas da cidade, a revitalização e caracterização das praças públicas.

O raciocínio era de que as praças, locais conhecidos como área de lazer, fossem restaurados, voltando a ser um lugar de convivência e relacionamento entre pessoas do mesmo bairro (primariamente); e, aliado a isso, se fizesse uma caracterização gráfica/arquitetônica sobre a história do nome daquele local, fazendo com que um lugar comum também passasse a ser um ponto/marco histórico e turístico da cidade de São Paulo.

Seria uma tentativa de resgatar - ou criar - um orgulho da população por sua cidade, resgatando também valores sociais estimulados pela múltipla relação entre indivíduos e espaço, que impulsionariam pensamentos comuns, direcionados ao progresso e à harmonização e equilíbrio da vida e sociedade urbanas.

Obviamente que seria uma pretensão - e equívoco - dizer que com apenas uma ação nas praças de São Paulo, todos os problemas de desigualdade e injustiça instalados seriam resolvidos. Mas a intenção é justamente estudar, e visualizar, se ações pequenas como essa - que em última instância são benévolas e benéficas a todos moradores urbanos - despertariam força necessária para uma mudança de conduta (indiferente, acomodada e individualista) de parte da população.

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